Em plena Democracia no século 21, perseguições e Ditaduras, são inconcebíveis.

Sempre entendi que a luta sindical é uma necessidade do trabalhador, e sua evolução...

Em plena Democracia no século 21, perseguições e Ditaduras, são inconcebíveis.

Sinto-me muito mal representado pelo nosso Sindicato nesta atual administração.

A gestão atual do Sindicato está andando na contramão aos interesses dos filiados que contribuem com recursos descontados em folha para ter-mos a quem recorrer quando somos injustiçados pelo sistema. E infelizmente, é essa falta de assistência que chega a ser um descaso que temos recebido nestes últimos anos com à atual gestão da Presidência.

Sou Fredson Luiz Carvalho Mendes, Contador formado pela Universidade Federal de Rondônia – UNIR, Pós-Graduado em Controladoria pela UNIR e Gestão Pública pela Fundação Getúlio Vargas – FGV.

Tenho experiência profissional na iniciativa privada, nas áreas: financeira, contábil e logística, estou Analista Judiciário – Contador no Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia – TJRO, aprovado no Concurso de 2008.

Desde o início dos meus 11 anos se serviços prestados ao TJRO, tive a oportunidade de ocupar cargos de liderança, tendo exercido as funções de Chefe de Seção, Diretor de Divisão, e atualmente estou Diretor de Departamento.

Sempre entendi que a luta sindical é uma necessidade do trabalhador, e sua evolução, assim como as relações de trabalho e emprego são imediato, inevitáveis e irreversíveis.

Sendo assim, desde minha vinda para o TJRO tenho participado, na medida do possível, de algumas atividades sindicais, em menor parte agora nos últimos 3 anos, principalmente pelo distanciamento da Atual Gestão sindical da Categoria.

O fato é que nos últimos 3 anos tenho ouvido e observado algumas atitudes ditatoriais e de perseguição da gestão do SINJUR, para com outros Servidores/Filiados, porém, em nenhum momento esperava estar vivendo isso de forma tão intensa e pessoal, como tem sido no último mês.

Até porque nas gestões anteriores, de Israel e Francisco Roque, não foi uma ou duas vezes que discordamos e batemos de frente, no entanto, naqueles momentos, ao contrário de agora, sempre houve receptividade e respeito por meus pronunciamentos.

Desta vez, de forma contrária, ao comentar que alguns candidatos não têm condições mínimas de estarem a frente da Entidade Sindical, pois antes das eleições prometem de tudo, mas após quando eleitos, simplesmente se ajoelharem para a Administração do TJRO e deixam de lado as demandas da Categoria, a Atual Diretoria, hoje Chapa “Integração” deve ter pego para si, a carapuça e resolveu iniciar uma série de ações na tentativa de me prejudicar.

Iniciando com o envio de um documento pelo Sistema SEI (0012809-94.2020) expondo à Administração do TJRO que algumas pessoas estavam descontentes com o sistema virtual de eleição da Comissão Eleitoral, com os seguintes dizeres:

“Cabe também ressaltar que, desde o início da manhã, havia um movimento em grupos de WhatsApp, de um pequeno número de pessoas que tentavam difundir que o sistema não era seguro, inclusive, instigando a registros de ocorrência policial em Delegacias."

"Informamos ainda que 03 mídias digitais, instruirão esses autos, e o protocolo das mesmas será feito, de forma física na data de hoje."

"Diante de tais fatos, a Diretoria do Sinjur, primando pela proteção da instituição a qual representa, bem como pela proteção de seus filiados, dá conhecimento dos fatos ocorridos e se coloca à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários.”

E juntando nos autos um print do meu comentário, que nenhuma relação guarda com a “choramingagem” que o SINJUR está fazendo à Administração do TJRO.

Qual motivo?

Como em princípio não existe outro motivo que não seja especificamente me prejudicar, além de colocar meu print nos autos, ainda instiga algumas pessoas que compartilham de suas amizades pessoais a realizarem ataques sistematizados nas redes sociais contra minha pessoa, denegrindo minha imagem, inclusive direcionando ofensas e injúrias.

 

A incapacidade para gerir uma Entidade Sindical é tamanha, que em 2019 embora o TJRO tenha tido um Superávit Financeiro na ordem de R$ 30.875.072,38 (Portal Transparência (https://www.tjro.jus.br/resp-transp-contabilidade)não conseguiu reivindicar de forma efetiva um reajuste mínimo de 2%, causando prejuízos aos Servidores/Filiados no decorrer do anos na casa dos R$ 20.000,00 a R$ 60.000,00.

E o que falar dos reajustes dos Planos de Saúde?

Além de ser proposta de campanha, em 2018 o Departamento de Saúde sugeriu a realização de acompanhamento da sinistralidade e conscientização do uso do Plano e a Atual Diretoria, no caso a Chapa "Integração", ficou de providenciar, mas, em princípio, até o momento não foi implementado.

Neste mesmo sentido, foram implementadas medidas pelos TRTs.

E o resultado foi a diminuição da sinistralidade e em consequência o reajuste da Unimed veio baixando e este ano tiveram um reajuste na ordem de 2,5%, abaixo até do que o índice proposto pela ANS.

 

Portanto, peço mais consciência e responsabilidade da nossa atual gestão para com seus próprios colegas que contribuem para manter este grandioso Sindicato de Pé.

Por Fredson Luiz Carvalho Mendes.